terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Lápis de olho Elke - cor castanho


ATUALIZAÇÃO: A Elke reformulou a composição dos produtos e o lápis não é mais vegano!

Encontrei um lápis vegano super barato na farmácia e acredito que muitos possam se interessar.

Gosto muito dos lápis de olho da Alva, mas sei que não é todo mundo que aceita pagar quase R$50 num lápis de olho vegano. 

A Elke é uma empresa cruelty free do grupo Nasha (mesmo da Phytoervas) e possui vários produtos isentos de ingredientes de origem animal. É necessário ler o rótulo e procurar por lanolina ou cera alba, por exemplo. O SAC informa que esses ingredientes são sintéticos, mas eu duvido. 

Comprei na cor castanho, que é um marrom escuro opaco. Tem na cor preta também.


A textura é muito macia, fácil de esfumar, não borra e tem duração razoável. Não é um lápis sensacional com longa duração e cor única, mas pelo preço que eu paguei (R$12), não esperava que fosse. Considero um bom lápis de olho para o dia a dia. A cor dura umas 6 horas no olho sem primer. Depois desbota bastante. Com um primer, a duração é ótima.

Demonstração do lápis esfumado na pálpebra e na linha dos cílios inferiores:


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Dica: lavar pincéis com sabonete em barra


Essa é uma dica que pode parecer boba, mas eu só descobri há pouco tempo, depois que um shampoo que eu usava para lavar meus pincéis acabou. Experimentei usar um sabonete em barra e, não só achei que a limpeza foi muito mais eficiente, como, para minha surpresa, as cerdas continuaram macias depois de secas.

A recomendação que ouvimos por aí é de lavar os pincéis com shampoos infantis e depois usar um condicionador. No entanto, esses cuidados se aplicam à pincéis de cerdas de pelos de bichos, já que elas podem ficar arrepiadas. Uma das inúmeras vantagens de se usar pincéis de cerdas sintéticas é que não há muita frescura na hora de lavá-los. Dessa forma, usando um sabonete em barra, você não só economiza tempo, como dinheiro. Não sei se acontece como vocês, mas eu sempre acabo usando uma quantidade grande de sabonete líquido ou shampoo para lavar um pincel pequeno e mesmo assim acabo tendo que repetir o processo. Com um sabonete em barra, só uso a quantidade necessária.

Percebi que conseguia lavar bem mais rápido ao passar as cerdas no sabonete, "trabalhando" o pincel na barra (ao invés de esfregar na palma da mão) até que ficassem limpinhos. Geralmente eu demoro uma eternidade para lavar pincéis de batom. Mas no caso do sabonete em barra, foi rapidinho!

Aqui eu fiz um post com várias marcas de sabonetes veganos em barra. Eu achei que os sabonetes glicerinados não são tão bons como os sabonetes adstringentes ou os com óleos vegetais.

Outra dica: depois de lavar eu gosto de deixar uns 10 minutos no sol para secar e evitar fungos.


Alguém já usava esse método ou eu fui a última a perceber? :)

Sabonetes artesanais da Capim Sabão


Há algum tempo recebi esses 2 sabonetes artesanais vegetais da Capim Sabão. Um possui óleo essencial de Lavanda, Cravo, Petitgrain e Eucalipto e o outro de Grapefruit.

Achei eles muito cheirosos e a composição é bem natural, 100% vegetal e sem sulfato e parabenos. Além do cheiro, gostei do fato que fazem espuma direitinho e, principalmente o de lavanda, faz o banheiro ficar com um cheiro maravilhoso.

O cheiro do óleo essencial de lavanda é sensacional! Além disso, ela é famosa por possuir propriedades calmantes, antissépticas e relaxantes. Me lembrou o cheiro do sabonete da Vyvedas de lavanda, que também é vegano e super cheiroso, mas não é natural (contém fragrância artificial, sulfato etc).

Esses sabonetes são mais adstringentes, acredito que é devido à argila rosa e por isso retiram a oleosidade da pele e não são muito hidratantes. A vantagem é que eles duram muito e não derretem com facilidade.

Todos os sabonetes são veganos e feitos em São Paulo. Quem se interessar pode entrar em contato com a Marta para visitar o ateliê e encomendar.

Cada um custa R$10,00 e tem 100 g.

A página no Facebook é essa e por enquanto ainda não tem um site.


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Compras na Vitacost: B12, defrizante, hidratante e óleo da Desert Essence


Vitacost é uma loja virtual muito similar ao iHerb, onde é possível encontrar muitos produtos veganos, naturais e baratos. Achei muito interessante que os produtos com certificado de cruelty free Leaping Bunny levam o selo na página do produto. Eu quis comprar lá devido ao desconto de $10 oferecido na primeira compra, assim como no iHerb. Comprei no final de novembro e chegou no início de janeiro, sem taxas, totalizando 50 dias aproximadamente. Caso queira comprar lá, nesse link é possível liberar o desconto de $10 em compras acima de $30.


1. Suplemento de B12 da Deva com 90 comprimidos - $8.39

Apesar de ainda não haver um consenso entre qual a melhor forma de vitamina B12 (cianocobalamina ou metilcobalamina), eu prefiro intercalar as 2. Alguns dizem que a metilcobalamina é a forma menos estável, outros dizem que, por outro lado, é de mais fácil absorção pelo organismo. Geralmente os alimentos suplementados levam a forma cianocobalamina, que é sintética e mais barata. Para saber mais sobre a B12, recomendo muito esse link.

Eu só não queria que tivesse ácido fólico! Meus exames de sangue sempre mostram que tenho ácido fólico em excesso. O ácido fólico é facilmente encontrado em verduras escuras e farinhas suplementadas.



2. Hidratantes - Coconut e Tropical Coconut da Desert Essence - $4.99


Ambos tem cheirinho de coco, mas o Tropical Coconut tem cheiro de coco com outra fragrância docinha frutal que eu não consigo identificar e lembrou muito o hidratante Sapien Women da Surya. Se você não adorar o cheiro de coco, melhor passar longe desses 2. O Coconut parece muito com cheiro de Pina Colada e protetor solar de coco, mas eu não ligo! Fiquei com vontade de experimentar o Coconut Lime da marca.

São de rápida absorção na pele e eu não achei o cheiro muito forte após algum tempo de aplicação. Também achei que hidratam direitinho.

A composição é fantástica e a Desert Essence possui certificado de Cruelty free.



3. Defrizante e protetor térmico Coconut da Desert Essence - $6.19

É complicado resenhar um protetor térmico, já que os efeitos do calor do secador, chapinha ou babyliss, só são percebidos meses depois. O diferencial desse produto é que ele não contém silicone e o que age como proteção térmica é o Pantenol, ou vitamina B5. Além disso há outros ingredientes bacanas como o óleo de coco, aloe vera, óleo de jojoba e o poliquartenium.

Como defrizante eu achei que faz o trabalho direitinho e deixa o cabelo macio e comportado. Notei que ele deixou o cabelo mais liso. Mas vou ser sincera, só comprei ele por causa do cheiro de coco! O cheiro fica no cabelo durante umas 4 horas, mas depois só sinto se bater um vento. Pessoalmente eu amei a fragrância, mas é provável que muitos não gostem.




4. Óleo de Jojoba Orgânico da Desert Essence - $8.85


Também conhecido como "ouro líquido". Eu escolhi a versão orgânica e possui um cheiro de defumado. Já li que é quando o óleo não foi desodorizado e é normal apresentar esse cheiro. Tenho um outro óleo de jojoba que possui um cheiro de bacon também! Não é agradável, mas como os resultados na pele são excelentes, dá pra suportar! Falei mais sobre os benefícios do óleo de jojoba aqui.


5. Base compacta Honeybee Gardens na cor Malibu - $7.49

Já fiz uma resenha das bases da Honeybee Gardens nesse post. Como elas são bem clarinhas e já estavam no finzinho, senti necessidade de comprar uma mais escura para dar uma corzinha de saúde no verão. Essa base na cor Malibu fica ótima em cima do corretivo da NYX na cor Beige 4.



Comparação com as outras cores (Supernatural, Luminous e Malibu):


---
Observação:

Eu adoraria prestigiar e comprar de empresas brasileiras, mas os motivos pelos quais eu ainda compro fora, mesmo aguentando demoras no prazo de entrega e possíveis taxas, são estes:

1. Preço de produtos naturais, veganos e orgânicos lá fora é MUITO mais baixo.

2. Produtos voltados para veganos são solenemente ignorados no Brasil. Posso contar na mão as empresas brasileiras que deixam claro no rótulo quando um produto é vegano. Aqui os veganos adquirem o método de leitura dinâmica porque ainda temos que ler o rótulo dos produtos e contar com a boa vontade e honestidade dos SACs das empresas.


<3


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Resenha: Keraton Henna da Kert - cor castanho




Recebi esse tonalizante com extrato de henna da Kert e fiquei um pouco receosa de escrever a resenha aqui porque eu não pude tirar uma conclusão definitiva sobre esse produto, mas falarei sobre as minhas experiências. Mais detalhes a seguir.

De acordo com o site da Kert: "é um produto ecologicamente correto, pois não contém nenhum derivado animal, seu conservante é *ECOCERT, sua essência é natural e ainda é aditivado com Cistina Vegetal".

Principais ativos:

- Manteiga de karité
- Glicerídeos da soja
- Óleo de macadâmia
- Óleo de tamanu
- Óleo de kukui
- Polyquartenium-39 (excelente hidratante)
- Cistine (um dos aminoácidos que formam o cabelo)
- Henna
- pigmentos

Composição:


Primeiramente eu gostei muito da postura da Kert em lançar um produto cruelty free e isento de ingredientes de origem animal. Os outros produtos da marca possuem ingredientes de origem animal, como a lanolina, presente no banho de brilho Keraton, por exemplo. Portanto, esse é o único produto vegano da Kert que eu conheço.

Essas são as cores disponíveis e eu escolhi a cor castanho:



Eu já estava querendo voltar à cor natural do meu cabelo desde esse post. Estava achando muito complicado manter um tom castanho no meu cabelo que foi loiro claro durante muitos anos. A cor fica ótima na primeira aplicação mas logo desbota e volta para o loiro palha em pouquíssimas lavagens.

Antes de aplicar no cabelo inteiro, é importante fazer a prova de toque e o teste de mecha, aplicando em uma mecha e esperar o tempo indicado, para depois observar se a cor é a desejada.

Confesso que eu separei apenas uma mecha do cabelo e não levei em consideração que há pelo menos uns 3 tons diferentes, ou seja, não está com uma cor homogênea. Por isso, caso a cor do seu cabelo esteja um caos como o meu, recomendo fazer o teste com várias mechas.

Para fazer o teste de mecha, apliquei um pouco do produto nas pontas e deixei agir por 45 minutos. Lavei em seguida e sequei. Este foi o resultado:


Gostei muito da cor que resultou e não estragou muito. Era bem isso o que eu queria. Mas ao repetir o processo no cabelo inteiro, a cor resultada foi um desastre completo!! Na parte externa do cabelo, que é mais fina e mais clara que o resto, ficou um tom cinza azulado tenebroso:

Resultado com o Keraton Henna cor castanho



Não consegui entender por que no teste de mecha a cor ficou tão bonita e no cabelo inteiro um azul punk! Na caixinha diz não ser indicado usar o tonalizante castanho em tom loiro claro e na parte externa ele estava loiro médio e é mais fino. Ok, confesso que o erro foi meu de não ter tido mais prudência, mas cinza azulado foi demais!


Depois de 5 lavagens o tom azulado não saía do cabelo, apesar de no restante do cabelo ter desbotado parcialmente. Cansada de só sair de casa com coque, aproveitei que tinha em mãos e resolvi passar por cima a tintura de henna da Surya na cor preto, já que eu sei que ela não estraga o cabelo e deixa uma cor bonita. Felizmente o resultado foi ótimo, deixei agir por 2 horas e ao enxaguar e secar, a cor ficou linda, o cabelo sedoso e brilhoso!





Conclusões: Antes de usar, leia todas as informações da caixinha e faça um teste em várias mechas. Além disso, o cabelo não pode estar poroso e danificado. Acredito que pode funcionar em muita gente durante o retoque de tinturas, como banho de brilho, já que o teste de mecha que eu fiz resultou em uma cor linda. Creio que o meu caso foi uma exceção de azar. 

A Laura do blog Laura Vegan comentou que ela adorou esse tonalizante na cor Acaju.